População sofre com sistema caótico de saúde pública que só era de primeiro mundo na boca da família Viana

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Por : Eudes F. Góes

Nesta terça feira fui ao pronto socorro fazer uma rápida visitinha a um doente e pude perceber como é grande o descaso das autoridades quando se trata de saúde pública. Da porta da sala da emergência clínica já dá para sentir o sofrimento das pessoas que estão naquele lugar. Pessoas que já sofrendo com o resultado de suas doenças ainda têm que enfrentar a precariedade do sistema. Falta quase tudo, e o que resta é só a boa vontade dos profissionais que ali trabalham, dando o melhor de si para que as coisas não fiquem ainda piores.

A sala de emergência clínica do HUERB (Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco) que abriga o pronto socorro mais parece um hospital de campanha, aqueles vistos em países que vivenciam uma guerra. Ali falta tudo, seringas, chapas para raio X , sondas nasogástrica, esparadrapo e todos o material que precisa ser usado  em uma casa de saúde.

Além de tudo, muitos que chegam ao local precisam ser acomodados  nos corredores, uma vez que não há espaço para todos os doentes.

Essa situação vem sendo vivenciada pelos pacientes há  tempos, desde que os partidos da Frente Popular governam o estado. Um legado que persiste até os dias de hoje, já que o resultado catastrófico de tais administrações é divida em cima de dívida.

Não tem como explicar como um país onde se paga tanto imposto chega a essa situação. Aliás, a única explicação plausível é incompetência, ingerência, incapacidade de administrar, isso pra não falar em coisa pior.

E  não dá para isentar a administração passada dessa culpa, para alguns dolo, já que aquele governo teve duas oportunidades concedidas pelo povo, com tempo suficiente para engendrar uma política de desenvolvimento. Mas mesmo assim a preferência foi por governar com contracheques, apenas concedendo favores especiais aos amiguinhos.

Além de tudo, fornecedores e credores não foram pagos  pelo governo anterior, inclusive os cabos eleitorais que ele mesmo contratou para a campanha.

A ausência total de compromisso de uma administração que deixou obras inacabadas, deu calote nos prestadores de serviços, atrasou pagamento dos funcionários terceirizados, deu calote nos funcionários em relação ao  décimo terceiro salário, fracassou na construção da BR- 364, etc, é a causa do título dado ao chefe do executivo da gestão passada: “o pior governador do país”.

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